sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

HAPPY 2012








Distinctions 2011: Laureate of New Practices from the American Institute of Architecture, New York; “The best in urban global design”, New York Magazine, New York; a pavillon for FRAC, Orléans, France; Helsinki Designweek, Helsinki; Finland
Architecture 2012MPB Concert Hall, São Paulo; House of Arts, São Paulo; Media library in Osny, France; new INPI Headquarters, Courbevoie, France.



Distinctions 2011: Lauréat du prix New Practices de l´American Institute of Architecture, New York; “The best in urban global design”, New York magazine, New York; un pavillon pour le FRAC, Orléans; Helsinki Designweek, Helsinki; 
Architecture 2012: Salle de concert MPB, São Paulo; Maison des Arts, São Paulo; Médiathèque d´Osny (95), France; nouveau siège de l´INPI , Courbevoie (92), France.


Prêmios 2011: Laureado do New Practices do American Institute of Architecture, Nova York; “The best in urban global design”, New York magazine, Nova York; um pavilhão para o FRAC, Orléans; Helsinki Designweek, Helsinki; 
Architetura 2012Casa de Show MPB, São Paulo; Centro Cultural StationSão Paulo;  Midiateca de Osny, França; nova sede do INPI, Courbevoie, França.






terça-feira, 22 de novembro de 2011

Exposição na Galeria Eduardo Fernandes - da Pele à Carne - From Skin to Flesh


Arquitetura para todos ou Arquitetura como nós?
E se a Arquitetura pudesse incorporar  a inteligência que rege o comportamento dos corpos e a eficiência dos sistemas vivos? E a criatura que vive entre metades,  entre o fabricado e o inato?
E se a arquitetura fosse uma Criatura?
Bem, certamente  haveriam vários tipos de comportamentos, haveriam interações com extensões de  contexto e com a ecologia. Para ser uma criatura não poderia ser fácil. Imagine ser único, de um gênero, sem amigos. Resgatando Frankenstein e sua criatura:

‘We are unfashioned creatures, but half made up, if one wiser, better, dearer than ourselves…’

Para ser uma Criatura, se deduz que haveriam trocas com organismos naturais. Se nossa Criatura arquitetônica reagisse a um ambiente como São Paulo certamente suas peles teriam de aprender não apenas a misturar, mas também a inflamar e viver a patologia da cidade. From Skin to Flesh, é experimentação arquitetônica, pele inflamada, processos antissépticos, cortes urbanos, evacuação flúida e vazio. É feito da investigação crua, materiais que propôem como um corte aberto deixando-nos ver o interior dos orgãos. Talvez não seja a arquitetura para todos, mas certamente a arquitetura como nós, misturada e viva.



From Skin to Flesh vem à vida como um zombi vivo depois de uma curta floração na costa urbana. Idade, status de relacionamento e endereço residencial estão todos na conta do facebook. Criatura nascida de pais arquitetos, ele suportou a novidade de ser um híbrido entre proto-arquitetura e febre tropical. É a vida divertida do experimento, da interatividade e ás vezes da participação. Outra criatura única, Frankenstein, homenageia From Skin:


‘We are unfashioned creatures, but half made up, if one wiser, better, dearer than ourselves…’

Uma vez  inacabado o negócio do processo de pura criação de um cientistista urbano lunático reagiu ao florescimento da poluição diária e cacofonia da cidade de São Paulo. A pele ao  apodrecer será a melhor façanha. Certamente mudou. Não é arquitetura, mas metade da raça que ele abraçou, suja e da carícia diária das aventuras urbanas e suor tropical. Apodrecendo a carne, ele deu a sua pele uma construção inacabada um casaco novo e exclusivo. A laje de concreto também prestou homenagem a ele: From Skin foi invenenado ao sucumbir à sua necessidade de interagir . Acho que sendo um zumbi, que vive entre o fabricado e o inato, é uma qualidade arquitetônica nos dias de hoje. Deus sabe porque.

 From Skin to Flesh é deixado pelos seus macumbeiros Triptyque, Vazio and Spacegroup.

Arranjos por cortesia  pela Galeria Eduardo Fernandes. É uma familia que pede interação e notas são enviadas para “Está vivo”! Charity LTD  






segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Exposição - da Pele à Carne I Expo - from Skyn to Flesh

                                         
                                                                                      
                                        A Galeria Eduardo Fernandes abre suas portas para   
                    a coletiva de Arquitetura:Triptyque, SpaceGroup e Vazio,  
                           com texto do Crítico/Arquiteto Ricardo de Ostos. 
                                   Quinta-feira (3/11) a partir das 19h 
                                             .

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Harmonia 57 in Financial Times Magazine. Article written by Christopher Woodward.


http://www.ft.com/intl/cms/s/2/03b0f876-ea83-11e0-b0f5-00144feab49a.html#axzz1a947nXSb


Harmonia 57, an office block in São Paulo by Triptyque

"The cult “green building” of the moment is Harmonia 57, an office block built in São Paolo three years ago by Triptyque, four French-Brazilian architects who have set up practice in Brazil. Its walls are built of porous concrete, pitted so that plants grow into the surface, watered by mist collected in an ingenious system of pipes. “It is a building that breathes and sweats,” say its creators.(...)
To idealistic architectural students, the glass skyscrapers in London or Shanghai are already anachronistic. Their heroes are writers, artists, and environmentalists – or architects such as Triptyque, François or Peter Zumthor, whose work begins and ends with nature."